Jardim Botânico – RJ

 

O Instituto de Pesquisas Jardim Botânico ou simplesmente Jardim Botânico, é uma das mais belas áreas de preservação do Rio de Janeiro e um dos dez mais importantes do gênero no mundo. Está localizado no Jardim Botânico, na zona sul da cidade, onde você encontra uma grande diversidade de plantas como abricó-de-macaco, agave-dragão, aguapé, alecrim, andiroba, Artemísia, árvore do viajante, babosa, bálsamo e bambu-bengala, árvores centenárias, diversas peças museológicas e animais sazonais e migratórios.

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Foto 1: Alexandre Pereira – Fonte: Flickr (CC BY-SA 2.0)  Foto 2: Glovebr2008 – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)

É o maior instituto de pesquisas em botânica e biodiversidade vegetal da América Latina.

Além de cerca de 6.500 espécies observadas (algumas ameaçadas de extinção), o jardim abriga em sua vasta extensão, vários monumentos de valor histórico, artístico e arqueológico.

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Fotos 1 e 2 – Créditos: Glovebr2008 – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)

Foi aberto pela primeira vez para visitação pública em 1822, como Real Jardim Botânico, passando mais tarde a ser chamado de Imperial Jardim Botânico, e só depois, então, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

No Jardim Botânico são oferecidos dois tipos de visitas: Visita Temática e Visita Escolar.

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Foto 1: Philipe Photos – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)      Foto 2: Glovebr2008 – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)

E as opções são muitas:

CENTRO DE VISITAS – O espaço é usado para exposições de arte e informações ao público. Na exposição, uma linha do tempo conta toda a história do Jardim Botânico desde o tempo de sua criação até os dias atuais. Em outro espaço, convidados ilustres que já passaram pelo Jardim, um espelho provoca no visitante a sensação de que ele próprio é um convidado ilustre. E ainda, há a interação do visitante com a projeção holográfica de alguns personagens da história que respondem em três línguas, as perguntas dos visitantes sobre o Jardim Botânico.

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Foto 1: Juliana Coutinho – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)  Foto 2: Fonte: Wikipedia

ALÉIA BARBOSA RODRIGUES – Principal jardim do Jardim Botânico. Seu nome é uma homenagem ao naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues. Com suas imponentes palmeiras imperiais, referencia-se como um verdadeiro cartão de visitas.

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   Foto 1: Gloverbr2008/Fonte: Flick-CC BY-ND 2.0 Foto 2: Felipe Ventura dos Santos/Fonte: Flickr-CC BY 2.0

CHAFARIZ CENTRAL – Também conhecido como o Chafariz das Musas, é uma das mais belas atrações jardim. Foi trazido da Inglaterra e é constituído por duas bacias, sendo que na maior delas, quatro figuras representam a música, a poesia, a ciência e a arte.

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Fotos 1: Glovbr2008 – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)  Foto 2: Carine Felgueiras – Fonte: Flickr (CC BY-SA 2.0)

ALÉIA CUSTÓDIO SERRÃO – O nome é uma homenagem ao Frei Custódio Serrão e destaca-se pelos exemplares de abricó-de-macaco (espécie nativa da Amazônia) e pelas mafumeiras (sumaúma) (entre as árvores de maior porte no mundo).

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      Foto 1: Rodrigo Soldon – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)      Foto 2: Júlia – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)

ALÉIA PEDRO GORDILHO – Os destaques são as árvores pau-brasil e as cascatas. Sua nomeação foi dada em homenagem a Pedro Gordilho Pais Leme.

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      Foto 1: Glovebr2008 – Fonte: Flick-CC BY-ND 2.0   Foto 2: Rodrigo Soldon – Fonte: Flickr-CC BY-ND 2.0

SOLAR DA IMPERATRIZ – Foi oficialmente reconhecido em 1973, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) tombou a área para acréscimo ao Instituto Jardim Botânico. O prédio foi restaurado e passou a integrar o campus do IJB nos anos 2000.

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      Foto 1: Rodrigo Farhat – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)       Foto 2 – Créditos: Museu do Horto

CASA DOS PILÕES – Constitui-se em núcleo arqueológico representativo da atividade da antiga fábrica de pólvora.

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       Foto 1: Glovebr2008 – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)   Foto 2 – Créditos: Turismo In Rio

ESPAÇO TOM JOBIM – O espaço foi criado em 2008 em homenagem a Antônio Carlos Jobim que expressou seu amor pelo Jardim Botânico em textos e canções. O espaço é formado pelo Teatro Tom Jobim, o Galpão das Artes e a Casa do Acervo.

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Foto 1: Glovebr2008 – Fonte: Flickr  (CC BY-ND 2.0  Foto 2: Juliana Coutinho – Fonte: Flickr (CC BY 2.0

AQUEDUTO DA LEVADA – O monumento Aqueduto da Levada é um bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Esse projeto previu o tratamento da área, então utilizada para descarte de restos vegetais e de resíduos, e de seus acessos, reintegrando-a ao espaço do Jardim Botânico por meio de recuperação paisagística e da sua articulação com o Caminho da Mata Atlântica e outros acessos, além da criação de novas áreas de visitação e de coleções botânicas.

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Fotos 1: Juliana Coutinho – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)  Vinícius Pinheiro – Fonte: Flickr (CC BY-SA 2.0)

CAMINHO DA MATA ATLÂNTICA – A integração do Caminho da Mata Atlântica está ligada a construção de um novo ponto de observação no Jardim Botânico,  que está aberto para visitação pública desde 2005. O antigo Caminho do Boi tem cerca de 600 metros de extensão, com início na catarata e término no Aqueduto da Levada.

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Fotos 1: Glovebr2008 – Fonte: Flickr-CC BY-ND 2.0    Foto 2: Vinícius Pinheiro – Fonte: Flickr-CC BY-SA 2.0

MEMORIAL MESTRE VALENTIM – Aqui os destaques são os conjuntos “Aves Pernaltas” e as estátuas de bronze de “Eco” e “Narciso”.

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Fotos 1 e 2 – Créditos: Carine Felgueiras – Fonte: Flickr (CC BY-SA)

LAGO FREI LEANDRO – Às margens do lago, você se encanta com os encantos da Árvore do Viajante e as vitórias-régias e ninfeias em seu espelho d’água, decorado por uma escultura da deusa Tétis, da autoria de Louis Savageau. O nome do lago, é uma homenagem a Frei Leandro do Santíssimo Sacramento.

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Foto 1: Gian Cornachini – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)  Fotos 2: Govebr2008 Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)

CÔMORO – No Cômoro, você se depara com a mesa de granito, onde dom Pedro I e, mais tarde, dom Pedro II faziam os seus lanches à sombra da jaqueira existente até hoje no local. A mesa foi um projeto de frei Leandro, primeiro diretor do Jardim Botânico, juntamente com um relógio de sol.

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Foto 1: Vinicius Pinheiro/ Fonte: Flickr (CC BY-SA 2.0)   Foto 2: Luciano Guelfi/ Fonte: Flickr (CC BY-SA 2.0)

ORQUIDÁRIO – No Orquidário encontra-se um conjunto de 2000 vasos com uma das mais belas coleções do Jardim Botânico. São mais de 700 espécies de orquídeas e variedades de plantas ornamentais como antúrios, filodendros, avencas e samambaias, e orquídeas.

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Foto 1: A C Moraes – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)      Foto 2: Juliana Coutinho – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)

BROMELIÁRIO – Com uma quantidade aproximada de 1700 exemplares, das Américas do Sul e Central, muitas delas encontradas na Amazônia, mata atlântica, restingas e caatingas, organizadas em canteiros e na Estufa Roberto Burle Marx, o Bromeliário do Jardim Botânico é o maior do Rio de Janeiro.

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Foto 1: Glovebr2008 – Fonte: Flickr-CC BY-ND 2.0   Foto 2: Gian Cornachini – Fonte: Flickr-CC BY 2.0

INSETÍVORAS – Essa é uma estufa que atrai bastante a atenção do público adulto e, particularmente, do público infantil, por sua estufa concentrada de plantas geneticamente denominadas carnívoras. Essas plantas são dependentes dos orgânicos contidos nas proteínas dos seres que elas capturam e extraem compostos nitrogenados, para seu próprio aproveitamento.

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Foto 1: Carine Felgueiras – Fonte: Flickr (CC BY-SA 2.0)   Foto 2: OsvaldoROVE – Fonte: Flickr (CC BY 2.0)

JARDIM SENSORIAL – Constituído por plantas aromáticas e de diversas texturas, o jardim, desde a antiguidade, sempre foi um espaço de lazer e prazer, mesclando um paradigma de sonho e realidade.  É como fragmento de um sonho e deve ser compartilhado por todo e qualquer usuário, incluindo os portadores de algum tipo de deficiência — visual, auditiva ou física. Os idosos também têm direito, com sua natural perda de mobilidade e diminuição dos sentidos. O Jardim Sensorial oferece essa condição.

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Foto 1: Rodrigo Soldon – Fonte: Flickr (CC BY-ND)  Foto 2: Jbrj cactario – Fonte: Wikipédia (CC BY-SA 3.0)

REGIÃO AMAZÔNICA – Neste setor são encontrados exemplares de seringueiras, babaçus, andirobas, cacaueiros e pau-mulato, vegetação típica da Amazônia. O cenário é completado com uma cabana de sapê e a estátua de um caboclo da região.

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Fotos 1 e 2 – Créditos: Glovebr2008 – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)

JARDIM JAPONÊS – No Jardim Japonês o visitante pode se sentir, tipicamente, num pedaço do Japão, num típico recanto nipônico, com um jardim de pedras e exemplares de bonsais, bambus, cerejeiras, buquês de noiva e salgueiros-chorões e, ainda, dois lagos habitados por carpas, com destaques para flores de lótus, além do Café Botânica com comes e bebes.

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Fotos 1 e 2 – Govebr2008 – Fonte: Flickr (CC BY-ND 2.0)

ARBORETO – Completando a área do Jardim, o Arboreto é composto por cerca de 9000 espécimes de vegetais, que representam ecossistemas brasileiros e de outros países, num fragmento de 57 hectares de Mata Atlântica, com canteiros de coleções de plantas e lagos com vitórias-régias.

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Foto 1: Carine Felgueiras – Fonte: Flickr-CC BY-SA 2.0   Foto 2: Luciano Guelfi – Fonte: Flickr-CC BY-SA 2.0

Informações para o Jardim Botânico

Veja também, em Olimpíadas 2016, mais um motivo para conhecer o Rio de Janeiro: Corcovado, Morro do Pão de Açúcar, Praia de Copacabana, Maracanã, Sambódromo, Bonde de Santa Teresa, Pedra da Gávea, Arcos da Lapa, Vista Chinesa, Forte de Copacabana e Cidade do Samba Joãozinho Trinta.

 

 

 

 

 

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